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  • O DONO DE TEU CORPO - Sou obediente ao Meu Senhor, e sou muito feliz por esta oportunidade... Tenho fome de teu desejo, sede de tuas ordens, tenho prazer na tua satisfação. ...
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A dominação

"A dominação plena não é feita pelo poder do chicote (essa é momentânea)...E,sim,pela entrega do coração e da mente (essa é eterna)..."

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Master Price - BDSM

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GOIÂNIA, GOIÁS, Brazil
Da confiança Um Mestre deve confiar em você tanto quanto você nele. Confiança é um ingrediente fundamental na prática SM, e esta é irmã da sinceridade. Jamais minta para seu Dominador. Seja sempre verdadeiro quando falar, agir ou sentir. Estas serão armas poderosas que seu Mestre terá para lhe dar prazer, e ao que tudo indica, telepatia ainda não é a forma mais eficiente de comunicação da atualidade. Seja sempre objetivo, e não tema em colocar os pontos mais delicados que possam surgir. Se ele for um verdadeiro Mestre saberá separar as críticas das atitudes desrespeitosas de sua parte, e ambos ganharão. Um verdadeiro Senhor não sente necessidade de ser temido. Seu Senhor tem todo o direito de lhe omitir informações que julgue desnecessárias, mas não aceite que minta. Converse a respeito se estiver em dúvida. De tua mente e de tua dedicação,para que meu chicote seja meu verso e minhas cordas tua prisão. De teu desejo e de tua intimidade, para que teu prazer seja meu prazer e minha dominação tua felicidade.

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domingo, 21 de março de 2010

SER SUBMISSAAdicionar imagem Ser submissa é querer tudo e não esperar nada. É esperar tudo e não pedir nada. É pedir tudo e contentar-se com nada. É fácil ser-se submissa quando o Dono vem, quando o Dono amarra, quando o Dono bate. É fácil ser-se submissa com uma coleira no pescoço, de joelhos em frente ao Dono, de quatro no chão. Difícil é ser-se submissa quando o Dono não vem, quando o Dono não dá. Esse é o verdadeiro teste de submissão. Quando não há uma chibata ou uma ordem clara, quando não se está a ser usada, quando não se está a ser humilhada. Nesses momentos, procuro não me esquecer que é a este homem que eu me submeto porque é a este homem que eu me quero submeter. Procuro não me esquecer que é exatamente isto que eu quero, submeter-me à vontade do meu Dono seja ela qual for. Quando detecto em mim um leve vestígio de desejo, preferência ou qualquer outra manifestação da vontade, qualquer indício de pensamento tóxico, algum rastilho de idéia subversiva, remeto-me à forma primordial, à mais pura submissão, genuína, desinteressada, profunda. Como uma cadela fiel, mantenho-me deitada no tapete da entrada da nossa história comum desde que o Dono sai até que o Dono chega. Nada se passa entre um momento e o outro. Nunca me ocorreria perguntar por que demorou tanto, mas apenas abanar a cauda de felicidade por vê-lo voltar. ( autoria desconhecida)

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