Minha lista de blogs

  • O DONO DE TEU CORPO - Sou obediente ao Meu Senhor, e sou muito feliz por esta oportunidade... Tenho fome de teu desejo, sede de tuas ordens, tenho prazer na tua satisfação. ...
    Há 4 anos

A dominação

"A dominação plena não é feita pelo poder do chicote (essa é momentânea)...E,sim,pela entrega do coração e da mente (essa é eterna)..."

Páginas

Master Price - BDSM

Minha foto
GOIÂNIA, GOIÁS, Brazil
Da confiança Um Mestre deve confiar em você tanto quanto você nele. Confiança é um ingrediente fundamental na prática SM, e esta é irmã da sinceridade. Jamais minta para seu Dominador. Seja sempre verdadeiro quando falar, agir ou sentir. Estas serão armas poderosas que seu Mestre terá para lhe dar prazer, e ao que tudo indica, telepatia ainda não é a forma mais eficiente de comunicação da atualidade. Seja sempre objetivo, e não tema em colocar os pontos mais delicados que possam surgir. Se ele for um verdadeiro Mestre saberá separar as críticas das atitudes desrespeitosas de sua parte, e ambos ganharão. Um verdadeiro Senhor não sente necessidade de ser temido. Seu Senhor tem todo o direito de lhe omitir informações que julgue desnecessárias, mas não aceite que minta. Converse a respeito se estiver em dúvida. De tua mente e de tua dedicação,para que meu chicote seja meu verso e minhas cordas tua prisão. De teu desejo e de tua intimidade, para que teu prazer seja meu prazer e minha dominação tua felicidade.

Pesquisar este blog

quarta-feira, 17 de março de 2010

1 – Cena A submissa

“Na cama, nua, vendada e atada à cama, ela tem certeza que é observada. Pode senti-lo perto, guardando-a, mesmo sem ver. As cordas nos pulsos incomodam. Tanto quanto a nudez de estar ali tão exposta incomoda. Será que é ele realmente? Sem o tato e a visão, busca nos sentidos restantes uma identificação precisa. Impossível. Será mesmo o aroma dele? Existe uma só pessoa no quarto? Ainda assim, repleta de incertezas, ao perceber a aproximação, o quase toque daquelas mãos em seu corpo, a respiração próxima a excita. Os mamilos enrijecem, sente melar entre as pernas…”

Cena 2 – O Dominador

“De pé ao seu lado ele observa. Amarrada à cama, ela, o escrava. Ele percebe a angústia crescente, debatendo-se na tentativa de não se entregar por completa. Completamente à mercê dos caprichos dele. Excitado ao observar os sinais de excitação do corpo dela exposto, arrepianda, buscando as raras informações disponíveis. Se não estivesse vendada poderia ver o sorriso nos lábios dele e visualizar sua ereção iminente. Excitada com o que ainda está por vir…”

Mas o que é BDSM?

Os textos acima são uma fantasia erótica clássica. Adapte a cena para a versão masculina ou feminina que mais desejar e terá uma típica cena D/s – Domínio e submissão. Na verdade apenas uma das facetas doBDSM. Uma sigla de origem americana que significa em sua completude:

o Bondage – Técnicas de amarração e imobilização

o Disciplina – Fantasias ligadas à Dominação e Disciplina

o Sadismo – Aquele que tem prazer em submeter o outro

o Masoquismo – Aquele que tem prazer em ser submetido

E para que as práticas descritas acima não se tornem uma sessão de tortura desmedida no pior estilo Abu Ghraib. É importante entender que a principal finalidade do BDSM não é a tortura sem sentido, mas sim o prazer de ambas as partes. Afinal, sadismo e masoquismo são duas faces da mesma moeda.

Para isso, outra sigla faz-se presente e necessária, o SSC. Que quer dizer:

o São, de sadio, saudável.

o Seguro, de cuidado e segurança.

o Consensual, afinal de contas, sem consentimento, até papai-mamãe é estupro, né?!

É claro que para quem não curte o BDSM, a simples menção de alguém que tem prazer em ser controlado, humilhado ou sentir dor, foge por completo da sua noção de SSC. Acreditem, mesmo dentro do BDSM oSSC varia de pessoa para pessoa. Cada um tem o seu limite. E exatamente por cada um ter o seu limite existe, enfim, um dos pontos mais importantes a ser acordado previamente. A Safeword, palavra de segurança. Cuidado apenas para não encarar uma Vandersexxx* por aí… risos.

Fantasias sexuais são mais comuns do que podemos imaginar. Ter uma fantasia fetichista não faz alguém necessariamente um. Ser humano é ser curioso. O fetichista é o cara que tem uma fantasia, não necessariamente sexual, uma tara recorrente com determinada cena ou objeto. O simples fato de imaginar esta cena o excita profundamente, a ponto de elaborar incansavelmente diferentes variações da mesma. Nem todo fetichista é um submisso, mas quase sempre todo submisso é fetichista

Sobre Sádicos e Masoquistas

Foi Sacher-Masoch que tornou imortal a fantasia de Domínio e submissão. Ele, um escritor aristocrata, criou a castigadora perfeita na personificação de Wanda, em sua obra A Venus das peles.

O cara tinha o fetiche de servir uma bela, malvada e indiferente mulher que vestia apenas casacos de peles sobre o corpo completamente nu. Um contrato consentido de submissão e a vivência de servidão e castigos. Doido? Não, masoquista! É por causa dele que existe esta denominação.

Já o famoso Marquês de Sade, que à partir de sua obra literária (Justine, Os 120 dias de Sodoma, entre outros) nasceu o termo sadismo foi literalmente um libertino. Sade foi um genial escritor, bom vivant, que liberou toda fantasia erótica e perversa em sua obra. Incomodou muita gente com isso, foi internado em manicômio, mas nem isso foi suficiente para parar sua genialidade e safadeza.

Um Pouco de SM no Cinema:

Teorias Sadomasoquistas

Tenho uma teoria doida sobre sádicos e masoquistas no jogo BDSM. Para muitos pode ser um estilo de vida, para mim é uma fantasia. Tudo é uma grande RPG Erótica. Cada um tem o seu papel específico na cena. O que castiga ou o que é castigado. E encaro como fantasia, pois o verdadeiro sádico é um psicopata, não precisa do consentimento de ninguém. E o verdadeiro masoquista, se faz de vítima em qualquer situação, nem precisa ser erótica.

O masoquista manipula seu algoz jogando no ar o que odiaria amar, o Dominador finge não perceber e faz uso (ou não) das dicas dentro do seu momento. Tudo pela fantasia do poder e controle. Controle da situação e prepotência e acreditar que é o único capaz de levar (ou negar) o outro ao orgasmo com este estranho prazer. No fim das contas, o masoquista se submete, o Dominador manda e todos ficam felizes com a cena.

Sendo assim, deixa quieto os que canalizam todo “estranho desejo sexual” (sadismo, masoquismo, domínio, submissão, impingir e receber dor) para a cena BDSM, não é mesmo? Afinal de contas é um jogo entre adultos, de maneira consensual e que além de tudo possui um botãozinho, safeword, que pode desligar caso algo não agrade.

Fonte? http://www.papodehomem.com.br/

Nenhum comentário:

Postar um comentário