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  • O DONO DE TEU CORPO - Sou obediente ao Meu Senhor, e sou muito feliz por esta oportunidade... Tenho fome de teu desejo, sede de tuas ordens, tenho prazer na tua satisfação. ...
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A dominação

"A dominação plena não é feita pelo poder do chicote (essa é momentânea)...E,sim,pela entrega do coração e da mente (essa é eterna)..."

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Master Price - BDSM

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GOIÂNIA, GOIÁS, Brazil
Da confiança Um Mestre deve confiar em você tanto quanto você nele. Confiança é um ingrediente fundamental na prática SM, e esta é irmã da sinceridade. Jamais minta para seu Dominador. Seja sempre verdadeiro quando falar, agir ou sentir. Estas serão armas poderosas que seu Mestre terá para lhe dar prazer, e ao que tudo indica, telepatia ainda não é a forma mais eficiente de comunicação da atualidade. Seja sempre objetivo, e não tema em colocar os pontos mais delicados que possam surgir. Se ele for um verdadeiro Mestre saberá separar as críticas das atitudes desrespeitosas de sua parte, e ambos ganharão. Um verdadeiro Senhor não sente necessidade de ser temido. Seu Senhor tem todo o direito de lhe omitir informações que julgue desnecessárias, mas não aceite que minta. Converse a respeito se estiver em dúvida. De tua mente e de tua dedicação,para que meu chicote seja meu verso e minhas cordas tua prisão. De teu desejo e de tua intimidade, para que teu prazer seja meu prazer e minha dominação tua felicidade.

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Uma mulher se torna deusa em couro negro Quando lhe bato, com chicote E a beijo E a baixo E a vivo E a Reviro Sussurro em teus ouvidos: Grite baixo...
Cale alto... Uma mulher se torna deusa em ligas negras Quando totalmente se entrega Aos meus pés E me beija E me abraça E me acaricia Cicio em seus ouvidos Grite baixo...
Cale alto...
Esse é seu cio Esse é seu vicio Esse é seu cio Esse é meu vicio Uma mulher se torna deusa com vendas negras Quando lhe domino Para o meu prazer E a beijo E a abraço E a acaricio Sussurro em teus ouvidos! Grite alto
Cale baixo..
Esse é seu cio Esse é seu vicio Esse é seu cio Esse é meu vicio Um exercício de virtude Uma atitude ritual Fazer amor entre as pedras Fazer amor em veludo Fazer o amor em tudo Amor sobre-tudo Com você
DOM YASSER

terça-feira, 23 de março de 2010

TEIA DE SEDUÇÃO

Era noite, despida de roupa à espera de joelhos ao seu mestre queria usá-la. Ele saiu da sala e depois de um tempo voltou com uma corda. Ele fez um gesto com a mão e ela levantou-se, tal como se ele tivesse poderes mágicos sobre ela, enquanto ela levantou a mão incorporada com uma sutileza e uma quase deu a entender como a levitação, da beleza absoluta. Seus olhos brilhavam de felicidade, que o gesto deu. Era o momento que ele desejava.

Ele puxou os cabelos com ambas as mãos e ergueu-a, e ela permaneceu imóvel, como se o tempo tivesse parado, as mãos atrás da cabeça, à espera de seu doce tortura. Ele pegou o queixo em uma tentativa de olhar nos olhos dela, ela parecia não impassível, mas o seu sorriso traído. ela estava feliz. Então ele pegou a seqüência mais longa e começar a desenhar com nós e laços, o aperto é certo, levando-a refém para o uso. Ela ficou imóvel antes de o confronto e tensão das cordas, cada vez que retornar à sua posição original, sem um gemido, sem um gesto, só que era complacente olhar perdido no infinito, e um lindo sorriso nos lábios.

Apenas tocando em suas mãos, ela sabia para deixar seu cabelo para baixo e deixá-la com as mãos amarradas atrás das costas. Era como ver um véu voando, levado pelo vento, o movimento tão suave, quase imperceptível, foi lindo. Ele pegou outra corda, amarrou suas mãos atrás das costas e com a mesma corda começou a vincular seus seios. Seu rosto ficou imóvel, olhando para baixo, perdido no horizonte, seus lábios sorriam, revelando a sua felicidade. Sexo muito mais trair sua excitação molhar suas coxas, cobrindo-os com um brilho sutil que a fez ainda mais bonito, se houver mais de beleza.

Ele acariciou seu rosto, e ela, como um gatinho, esfregou seu rosto pela mão e beijou-a delicadamente. Então com um movimento brusco a pegou pelo pescoço e forçou-a a ajoelhar-se e desfrutar da deliciosa refeição que foi oferecido. Aqueles lábios comeu, comeu, ficou encantado com a boca ficou o seu tesouro mais precioso, o prazer de seu mestre, eu bebia com ele, e só então olhei nos olhos dele. Nunca foi tão grato em um piscar de olhos.

Aqueles peitos em tensão, dor, vermelhidão, ofereceu-se para receber dor, ela só havia gratidão em seus olhos, só um pequeno gemido escapou de ousar trairSalvar como rascunho a sua boca o prazer que sentia naquela dor. Era como se rasgando, a dor tão intensa e deliciosa a levou a tocar o céu, e caiu exausto no pé do seu Mestre, fechando os olhos e deixar fora de sua boca um "thank you my love" misturado com saliva. Seu amor chegou baixo e alisou o cabelo e beijou seus lábios, enquanto sua alma estava dizendo a si mesmo "por causa de você, minha querida."

DOM YASSER

domingo, 21 de março de 2010

SER SUBMISSAAdicionar imagem Ser submissa é querer tudo e não esperar nada. É esperar tudo e não pedir nada. É pedir tudo e contentar-se com nada. É fácil ser-se submissa quando o Dono vem, quando o Dono amarra, quando o Dono bate. É fácil ser-se submissa com uma coleira no pescoço, de joelhos em frente ao Dono, de quatro no chão. Difícil é ser-se submissa quando o Dono não vem, quando o Dono não dá. Esse é o verdadeiro teste de submissão. Quando não há uma chibata ou uma ordem clara, quando não se está a ser usada, quando não se está a ser humilhada. Nesses momentos, procuro não me esquecer que é a este homem que eu me submeto porque é a este homem que eu me quero submeter. Procuro não me esquecer que é exatamente isto que eu quero, submeter-me à vontade do meu Dono seja ela qual for. Quando detecto em mim um leve vestígio de desejo, preferência ou qualquer outra manifestação da vontade, qualquer indício de pensamento tóxico, algum rastilho de idéia subversiva, remeto-me à forma primordial, à mais pura submissão, genuína, desinteressada, profunda. Como uma cadela fiel, mantenho-me deitada no tapete da entrada da nossa história comum desde que o Dono sai até que o Dono chega. Nada se passa entre um momento e o outro. Nunca me ocorreria perguntar por que demorou tanto, mas apenas abanar a cauda de felicidade por vê-lo voltar. ( autoria desconhecida)

quarta-feira, 17 de março de 2010

1 – Cena A submissa

“Na cama, nua, vendada e atada à cama, ela tem certeza que é observada. Pode senti-lo perto, guardando-a, mesmo sem ver. As cordas nos pulsos incomodam. Tanto quanto a nudez de estar ali tão exposta incomoda. Será que é ele realmente? Sem o tato e a visão, busca nos sentidos restantes uma identificação precisa. Impossível. Será mesmo o aroma dele? Existe uma só pessoa no quarto? Ainda assim, repleta de incertezas, ao perceber a aproximação, o quase toque daquelas mãos em seu corpo, a respiração próxima a excita. Os mamilos enrijecem, sente melar entre as pernas…”

Cena 2 – O Dominador

“De pé ao seu lado ele observa. Amarrada à cama, ela, o escrava. Ele percebe a angústia crescente, debatendo-se na tentativa de não se entregar por completa. Completamente à mercê dos caprichos dele. Excitado ao observar os sinais de excitação do corpo dela exposto, arrepianda, buscando as raras informações disponíveis. Se não estivesse vendada poderia ver o sorriso nos lábios dele e visualizar sua ereção iminente. Excitada com o que ainda está por vir…”

Mas o que é BDSM?

Os textos acima são uma fantasia erótica clássica. Adapte a cena para a versão masculina ou feminina que mais desejar e terá uma típica cena D/s – Domínio e submissão. Na verdade apenas uma das facetas doBDSM. Uma sigla de origem americana que significa em sua completude:

o Bondage – Técnicas de amarração e imobilização

o Disciplina – Fantasias ligadas à Dominação e Disciplina

o Sadismo – Aquele que tem prazer em submeter o outro

o Masoquismo – Aquele que tem prazer em ser submetido

E para que as práticas descritas acima não se tornem uma sessão de tortura desmedida no pior estilo Abu Ghraib. É importante entender que a principal finalidade do BDSM não é a tortura sem sentido, mas sim o prazer de ambas as partes. Afinal, sadismo e masoquismo são duas faces da mesma moeda.

Para isso, outra sigla faz-se presente e necessária, o SSC. Que quer dizer:

o São, de sadio, saudável.

o Seguro, de cuidado e segurança.

o Consensual, afinal de contas, sem consentimento, até papai-mamãe é estupro, né?!

É claro que para quem não curte o BDSM, a simples menção de alguém que tem prazer em ser controlado, humilhado ou sentir dor, foge por completo da sua noção de SSC. Acreditem, mesmo dentro do BDSM oSSC varia de pessoa para pessoa. Cada um tem o seu limite. E exatamente por cada um ter o seu limite existe, enfim, um dos pontos mais importantes a ser acordado previamente. A Safeword, palavra de segurança. Cuidado apenas para não encarar uma Vandersexxx* por aí… risos.

Fantasias sexuais são mais comuns do que podemos imaginar. Ter uma fantasia fetichista não faz alguém necessariamente um. Ser humano é ser curioso. O fetichista é o cara que tem uma fantasia, não necessariamente sexual, uma tara recorrente com determinada cena ou objeto. O simples fato de imaginar esta cena o excita profundamente, a ponto de elaborar incansavelmente diferentes variações da mesma. Nem todo fetichista é um submisso, mas quase sempre todo submisso é fetichista

Sobre Sádicos e Masoquistas

Foi Sacher-Masoch que tornou imortal a fantasia de Domínio e submissão. Ele, um escritor aristocrata, criou a castigadora perfeita na personificação de Wanda, em sua obra A Venus das peles.

O cara tinha o fetiche de servir uma bela, malvada e indiferente mulher que vestia apenas casacos de peles sobre o corpo completamente nu. Um contrato consentido de submissão e a vivência de servidão e castigos. Doido? Não, masoquista! É por causa dele que existe esta denominação.

Já o famoso Marquês de Sade, que à partir de sua obra literária (Justine, Os 120 dias de Sodoma, entre outros) nasceu o termo sadismo foi literalmente um libertino. Sade foi um genial escritor, bom vivant, que liberou toda fantasia erótica e perversa em sua obra. Incomodou muita gente com isso, foi internado em manicômio, mas nem isso foi suficiente para parar sua genialidade e safadeza.

Um Pouco de SM no Cinema:

Teorias Sadomasoquistas

Tenho uma teoria doida sobre sádicos e masoquistas no jogo BDSM. Para muitos pode ser um estilo de vida, para mim é uma fantasia. Tudo é uma grande RPG Erótica. Cada um tem o seu papel específico na cena. O que castiga ou o que é castigado. E encaro como fantasia, pois o verdadeiro sádico é um psicopata, não precisa do consentimento de ninguém. E o verdadeiro masoquista, se faz de vítima em qualquer situação, nem precisa ser erótica.

O masoquista manipula seu algoz jogando no ar o que odiaria amar, o Dominador finge não perceber e faz uso (ou não) das dicas dentro do seu momento. Tudo pela fantasia do poder e controle. Controle da situação e prepotência e acreditar que é o único capaz de levar (ou negar) o outro ao orgasmo com este estranho prazer. No fim das contas, o masoquista se submete, o Dominador manda e todos ficam felizes com a cena.

Sendo assim, deixa quieto os que canalizam todo “estranho desejo sexual” (sadismo, masoquismo, domínio, submissão, impingir e receber dor) para a cena BDSM, não é mesmo? Afinal de contas é um jogo entre adultos, de maneira consensual e que além de tudo possui um botãozinho, safeword, que pode desligar caso algo não agrade.

Fonte? http://www.papodehomem.com.br/

quinta-feira, 11 de março de 2010

dogwoman - O ludico jogo do prazer

PET TRAINING é algo muito diferente das práticas de zoofilia, porque embora use o comportamento animal como INSPIRAÇÃO, seus participantes são seres humanos adultos, plenamente capazes de responder por suas vontades e com isso, manifestar seus desejos.

São estes desejos que norteiam muitas das práticas relacionadas ao BDSM.

PET TRAINING, as práticas mais comuns são o DOG TRAINING (DT) e o PONY TRAINING (PT). Aqui vamos abordar o primeiro deles e o segundo será alvo de outro texto, em outra oportunidade.

O DT consiste na inspiração vinda do CÃO, que é conhecido por ser o melhor amigo do homem, por sua fidelidade, dedicação ao Dono, capacidade de obediência, obstinação em seguir as ordens que lhe são dadas. Todas qualidades que se deseja encontrar em uma submissa.

Portanto, não é de se estranhar o tratamento de CADELA, muitas vezes dado às mulheres que se submetem a esta prática.

Mas antes de falarmos de práticas, vamos falar um pouco de EQUIPAMENTOS. Para a prática do DT são quase que FUNDAMENTAIS alguns deles, que são facilmente encontrados em pet-shops e grandes supermercados.

Entre estes equipamentos posso mencionar coleiras, guias, correntes, gaiolas, terrinas (vasilhas de alimento), brinquedos, instrumentos para caracterização como rabo, orelha, focinho...

Ao se colocar uma coleira é estabelecido uma característica de que quem a usa, tem DONO, ou seja, deve OBEDIÊNCIA a alguém. É uma representação clara de submissão e nem sempre está associada ao DT, porém está sempre associada a relação de DOMINAÇÃO / submissão (D/s).

Para que possamos traçar um painel completo da prática, temos que pensar também em termos comparativos.

Acredito ser a DEDICAÇÃO o mais desejado objetivo de quem pensa em se submeter ao DT. Ser tratado como um cão pode ser humilhante para alguns e não podemos ignorar que se sentir humilhado é parte do jogo de D/s e em muitos casos é um dos elementos também do DT.

Mas não é um elemento OBRIGATÓRIO da relação e pode muito bem ser motivo de ORGULHO para a escrava, agir como uma cadela completa e bem treinada. Um sentimento de dever cumprido, de se atingir o objetivo.

Mas nem sempre os objetivos são atingidos logo de início e como no treinamento do cão, duas são as formas de se estimular os resultados do treinamento, o PRÊMIO ou o CASTIGO.

Segundo as modernas técnicas de adestramento canino, o PRÊMIO sempre faz com que os resultados sejam mais facilmente atingidos, porque uma vez que receba a recompensa por ter feito determinada coisa de forma correta, irá querer REPETIR aquela ação em outras vezes no futuro.

Mas estamos falando de BDSM e nem sempre o castigo é REALMENTE um castigo... Portanto isso se torna um conceito SUBJETIVO e quem treina a escrava é que deve definir qual o modo que as metas que deseja ver alcançadas, são mais eficientemente atingidas.

Portanto, é aconselhável que os participantes da prática façam duas listas cada um. Uma lista do que consideram CASTIGO e outra do que consideram PRÊMIO, depois é feita a CONFERÊNCIA das duas listas e consegue-se ter uma definição clara destes conceitos, para poderem ser empregados no DT.

Mas estes são conceitos gerais. De modo mais específico, quais as práticas utilizadas dentro do DT? Mencionarei alguns dos principais pontos utilizados no treinamento de uma cadela e são eles:

CONDUÇÃO ALIMENTAÇÃO CASTIGOS NECESSIDADES TREINAMENTO COMPORTAMENTO

A CONDUÇÃO é o primeiro elemento com que se tem contato quando falamos da prática do DT, pois como mencionei há pouco, nem sempre a coleira é sinal da prática do DT. A condução é o ato de trazer a escrava na guia, presa à coleira, evidentemente, fazendo com que se locomova em quatro pontos (neste caso, patas), como um cão faria. Este trabalho de condução pode ser transformado em um desafio, com a colocação de obstáculos para que sejam transpostos, uma atividade similar ao “agilitty” canino.

A ALIMENTAÇÃO é um capítulo à parte. Existem casos dos mais variados dentro da prática do DT. Existem aqueles mais puristas que realmente usam alimento para cães e outros que apenas fazem com que pequenas porções de alimento sejam dadas como “agrados”. Mas em geral, caracteriza-se pelo fato da terrina ser colocada no chão, obrigando a cadela a colocar-se em posição na qual mantém a cabeça muito próxima ao chão, elevando ainda mais os quadris, com certeza proporcionando uma visão muito bonita.

Os CASTIGOS podem ser de vários tipos, envolvendo o castigo físico (tapas, chineladas, etc..), a privação de um brinquedo (pode ser o corpo do Dono, por que não?), a imposição de um comportamento (ficar parada em determinada posição), o aprisionamento (utilizando-se gaiolas) ou ainda a repreensão verbal.

As NECESSIDADES FISIOLÓGICAS são outro aspecto que chama a atenção. Quando os cães são filhotes, este é um dos primeiros ensinamentos que recebem e a escrava não será diferente. A prática do DT não precisa obrigatoriamente incluir este tipo de treinamento, pois nem todas as pessoas conseguem lidar bem com estas situações, portanto, é algo que precisa ser conversado antes de se levar à prática.

Menos simples ainda é obedecer ao comando quando alguém observa. É comum que o Dono leve a cadela até o “box” do banheiro e determine que faça xixi ali, agachada, como uma cadela faria. É uma das formas de mostrar quem comanda a situação.

Já os TREINAMENTOS são parte do dia a dia da cadela, coisas como não subir no sofá sem ordem, aprender a deitar-se junto aos pés do Dono, como se portar quando não é alvo de atenção Dele. Tudo isso é alvo de decisão do Dono, é Ele quem vai conduzir o treinamento dela e deve ter em mente quando irá agradar ou repreender, onde quer chegar e como vai fazer para conseguir isso.

Quando falamos de COMPORTAMENTO precisamos olhar para o aspecto SOCIAL. Como o Dono quer que sua cadela se comporte em público? Como irá reagir a outras pessoas? A outras CADELAS? Este treinamento é algo que normalmente vai ALÉM da vida do casal e precisa ser avaliado por ambos o quanto é algo aceitável ou não.

Como em todas as práticas BDSM, não podemos perder de vista que o DT é uma prática que precisa trazer PRAZER aos envolvidos, por isso é sempre fundamental CONVERSAR sobre o que acontece nas sessões, e o momento certo para isso é ANTES que elas comecem, para que se saiba exatamente o que vai se fazer quando chegar a hora da prática.

Fonte: REVISTA FETICHE SEX Nº 8 - 2007O