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A dominação

"A dominação plena não é feita pelo poder do chicote (essa é momentânea)...E,sim,pela entrega do coração e da mente (essa é eterna)..."

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Master Price - BDSM

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GOIÂNIA, GOIÁS, Brazil
Da confiança Um Mestre deve confiar em você tanto quanto você nele. Confiança é um ingrediente fundamental na prática SM, e esta é irmã da sinceridade. Jamais minta para seu Dominador. Seja sempre verdadeiro quando falar, agir ou sentir. Estas serão armas poderosas que seu Mestre terá para lhe dar prazer, e ao que tudo indica, telepatia ainda não é a forma mais eficiente de comunicação da atualidade. Seja sempre objetivo, e não tema em colocar os pontos mais delicados que possam surgir. Se ele for um verdadeiro Mestre saberá separar as críticas das atitudes desrespeitosas de sua parte, e ambos ganharão. Um verdadeiro Senhor não sente necessidade de ser temido. Seu Senhor tem todo o direito de lhe omitir informações que julgue desnecessárias, mas não aceite que minta. Converse a respeito se estiver em dúvida. De tua mente e de tua dedicação,para que meu chicote seja meu verso e minhas cordas tua prisão. De teu desejo e de tua intimidade, para que teu prazer seja meu prazer e minha dominação tua felicidade.

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quinta-feira, 11 de março de 2010

dogwoman - O ludico jogo do prazer

PET TRAINING é algo muito diferente das práticas de zoofilia, porque embora use o comportamento animal como INSPIRAÇÃO, seus participantes são seres humanos adultos, plenamente capazes de responder por suas vontades e com isso, manifestar seus desejos.

São estes desejos que norteiam muitas das práticas relacionadas ao BDSM.

PET TRAINING, as práticas mais comuns são o DOG TRAINING (DT) e o PONY TRAINING (PT). Aqui vamos abordar o primeiro deles e o segundo será alvo de outro texto, em outra oportunidade.

O DT consiste na inspiração vinda do CÃO, que é conhecido por ser o melhor amigo do homem, por sua fidelidade, dedicação ao Dono, capacidade de obediência, obstinação em seguir as ordens que lhe são dadas. Todas qualidades que se deseja encontrar em uma submissa.

Portanto, não é de se estranhar o tratamento de CADELA, muitas vezes dado às mulheres que se submetem a esta prática.

Mas antes de falarmos de práticas, vamos falar um pouco de EQUIPAMENTOS. Para a prática do DT são quase que FUNDAMENTAIS alguns deles, que são facilmente encontrados em pet-shops e grandes supermercados.

Entre estes equipamentos posso mencionar coleiras, guias, correntes, gaiolas, terrinas (vasilhas de alimento), brinquedos, instrumentos para caracterização como rabo, orelha, focinho...

Ao se colocar uma coleira é estabelecido uma característica de que quem a usa, tem DONO, ou seja, deve OBEDIÊNCIA a alguém. É uma representação clara de submissão e nem sempre está associada ao DT, porém está sempre associada a relação de DOMINAÇÃO / submissão (D/s).

Para que possamos traçar um painel completo da prática, temos que pensar também em termos comparativos.

Acredito ser a DEDICAÇÃO o mais desejado objetivo de quem pensa em se submeter ao DT. Ser tratado como um cão pode ser humilhante para alguns e não podemos ignorar que se sentir humilhado é parte do jogo de D/s e em muitos casos é um dos elementos também do DT.

Mas não é um elemento OBRIGATÓRIO da relação e pode muito bem ser motivo de ORGULHO para a escrava, agir como uma cadela completa e bem treinada. Um sentimento de dever cumprido, de se atingir o objetivo.

Mas nem sempre os objetivos são atingidos logo de início e como no treinamento do cão, duas são as formas de se estimular os resultados do treinamento, o PRÊMIO ou o CASTIGO.

Segundo as modernas técnicas de adestramento canino, o PRÊMIO sempre faz com que os resultados sejam mais facilmente atingidos, porque uma vez que receba a recompensa por ter feito determinada coisa de forma correta, irá querer REPETIR aquela ação em outras vezes no futuro.

Mas estamos falando de BDSM e nem sempre o castigo é REALMENTE um castigo... Portanto isso se torna um conceito SUBJETIVO e quem treina a escrava é que deve definir qual o modo que as metas que deseja ver alcançadas, são mais eficientemente atingidas.

Portanto, é aconselhável que os participantes da prática façam duas listas cada um. Uma lista do que consideram CASTIGO e outra do que consideram PRÊMIO, depois é feita a CONFERÊNCIA das duas listas e consegue-se ter uma definição clara destes conceitos, para poderem ser empregados no DT.

Mas estes são conceitos gerais. De modo mais específico, quais as práticas utilizadas dentro do DT? Mencionarei alguns dos principais pontos utilizados no treinamento de uma cadela e são eles:

CONDUÇÃO ALIMENTAÇÃO CASTIGOS NECESSIDADES TREINAMENTO COMPORTAMENTO

A CONDUÇÃO é o primeiro elemento com que se tem contato quando falamos da prática do DT, pois como mencionei há pouco, nem sempre a coleira é sinal da prática do DT. A condução é o ato de trazer a escrava na guia, presa à coleira, evidentemente, fazendo com que se locomova em quatro pontos (neste caso, patas), como um cão faria. Este trabalho de condução pode ser transformado em um desafio, com a colocação de obstáculos para que sejam transpostos, uma atividade similar ao “agilitty” canino.

A ALIMENTAÇÃO é um capítulo à parte. Existem casos dos mais variados dentro da prática do DT. Existem aqueles mais puristas que realmente usam alimento para cães e outros que apenas fazem com que pequenas porções de alimento sejam dadas como “agrados”. Mas em geral, caracteriza-se pelo fato da terrina ser colocada no chão, obrigando a cadela a colocar-se em posição na qual mantém a cabeça muito próxima ao chão, elevando ainda mais os quadris, com certeza proporcionando uma visão muito bonita.

Os CASTIGOS podem ser de vários tipos, envolvendo o castigo físico (tapas, chineladas, etc..), a privação de um brinquedo (pode ser o corpo do Dono, por que não?), a imposição de um comportamento (ficar parada em determinada posição), o aprisionamento (utilizando-se gaiolas) ou ainda a repreensão verbal.

As NECESSIDADES FISIOLÓGICAS são outro aspecto que chama a atenção. Quando os cães são filhotes, este é um dos primeiros ensinamentos que recebem e a escrava não será diferente. A prática do DT não precisa obrigatoriamente incluir este tipo de treinamento, pois nem todas as pessoas conseguem lidar bem com estas situações, portanto, é algo que precisa ser conversado antes de se levar à prática.

Menos simples ainda é obedecer ao comando quando alguém observa. É comum que o Dono leve a cadela até o “box” do banheiro e determine que faça xixi ali, agachada, como uma cadela faria. É uma das formas de mostrar quem comanda a situação.

Já os TREINAMENTOS são parte do dia a dia da cadela, coisas como não subir no sofá sem ordem, aprender a deitar-se junto aos pés do Dono, como se portar quando não é alvo de atenção Dele. Tudo isso é alvo de decisão do Dono, é Ele quem vai conduzir o treinamento dela e deve ter em mente quando irá agradar ou repreender, onde quer chegar e como vai fazer para conseguir isso.

Quando falamos de COMPORTAMENTO precisamos olhar para o aspecto SOCIAL. Como o Dono quer que sua cadela se comporte em público? Como irá reagir a outras pessoas? A outras CADELAS? Este treinamento é algo que normalmente vai ALÉM da vida do casal e precisa ser avaliado por ambos o quanto é algo aceitável ou não.

Como em todas as práticas BDSM, não podemos perder de vista que o DT é uma prática que precisa trazer PRAZER aos envolvidos, por isso é sempre fundamental CONVERSAR sobre o que acontece nas sessões, e o momento certo para isso é ANTES que elas comecem, para que se saiba exatamente o que vai se fazer quando chegar a hora da prática.

Fonte: REVISTA FETICHE SEX Nº 8 - 2007O

2 comentários:

  1. ADORO ESTE UNIVERSO DE PET PLAY OU DOG TRAINING

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  2. eu sou louco pelo este universo dog pet e dog training são muito especiais para mim principalmente qd se encontra uuma linda moças q gostew tb

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